Diesel verde: a nova era dos biocombustíveis em uma revisão

Thais Juliane NEVES, Marcia Nalesso Costa HARDER

Resumo


Com a crescente busca por novos combustíveis, coloca-se em evidência novas tecnologias e novas formas de obtenção. Com o principal objetivo de diminuir emissões de GEE (gases do efeito estufa) e resíduos antes não utilizados tenham novos fins. O objetivo deste trabalho é evidenciar um biocombustível promissor para o país, com auxílio de pesquisas feitas durante o período de 2019 e 2021. A partir dos trabalhos encontrados, pode-se afirmar que, no meio desse cenário há o diesel verde, um combustível renovável que já é utilizado nos EUA e União Europeia que pode ser utilizado em motores do ciclo diesel sem nenhuma alteração e é um combustível drop-in. O diesel verde tem as mesmas propriedades do que o diesel feito de petróleo, podendo até mesmo ter características físico-químicas melhores, uma vez que seu número de cetanos é superior, o que ajuda na ignição do motor de ciclo diesel. Este biocombustível pode ser obtido a partir de quatro formas diferentes, hidrotratamento de óleo vegetal ou animal, Fischer-Tropsch, processos fermentativos, oligomerização de álcoois, podendo até mesmo servir de matéria-prima biomassa da agroindústria, como bagaço de cana e briquetes. O diesel verde não precisa necessariamente substituir totalmente o diesel uma vez que há uma grande dependência dele, mas pode auxiliar no cumprimento de metas e objetivos para diminuição de poluentes. Este biocombustível foi regulamentado recentemente e faz parte da gama de combustíveis renováveis de segunda geração que o país pode investir e ser mais um exemplo de sua utilização como os países de primeiro mundo.

 

Palavras chave: química verde, biodiesel, biocombustíveis


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